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Atari 2600


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História do Console

 

No início dos anos 70, jogos de fliperama de vídeo começaram a ter sucesso comercial pela primeira vez. O público  foi apresentado ao Pong, Tank e outros jogos interativos que vinham importados e começavam a causar uma verdadeira   febre. Os jogos foram suficientemente bem sucedidos para criar interesse em versões caseiras, então em 1975 a Atari lançou o Pong caseiro e foi um grande sucesso de vendas. Outras companhias como a Magnavox e Coleco seguiram a mesma linha e lançaram seus próprios consoles com jogos dedicados.

Então, em 1976, Fairchild Camera and Instrument introduziu o Channel F, o primeiro console caseiro baseado em cartuchos. A indústria reconheceu que os sistemas com cartuchos era o futuro dos vídeo games, e começaram a desenvolver neste sentido.

Em janeiro de 1977, a RCA lançou o Studio II, outro sistema baseado em cartuchos, embora eram apenas preto e branco e focados em títulos educacionais. Foi então que em outubro de1977, a Atari lançou o Atari VCS (Video Computer System) que oferecia inicialmente nove jogos em cartucho. Este sistema, depois renomeado para Atari 2600, tomou a indústria como um furacão e dominou o mercado por anos a seguir.

Por causa do excesso de estoque, o natal de 1977 foi duro com a indústria de video games, e o Atari 2600 foi o único sistema que conseguiu sair ileso. A Atari aproveitou grandes vendas em 1978 e uma fantástica temporada de final de ano, pois lançaram mais jogos como Outlaw, Spacewar e Breakout.

Internamente, no entanto, a Atari estava estava com problemas. Nolan Bushnell, inventor do Pong e fundados da Atari, deixou a companhia e adquiriu o Pizza Time Theater, que mais tarde se tornou o bem sucedido Chuck E. Cheese!. Em 1979 a Atari seguiu com seu negócio e lançou mais 12 jogos que atingiram o mesmo sucesso. No entanto, a Atari estava enfrentando forte competição do Intellivision da Mattle e do Odyssey2 da Magnavox.

 Atari precisava de um super-sucesso em 1980 para acabar com a competição, e eles encontraram a resposta na versão caseira de um jogo japonês chamado de Space Invaders. Ele era tão popular que as pessoas estavam comprando o Atari 2600 somente para jogar Space Invaders em casa.

Logo após, Atari relançou Adventure, que foi o primeiro video game e ter um segredo oculto - posicionando um objeto em uma determinada área do jogo revelava o nome do programador, Warren Robinett.

1980 foi importante por outro motivo também - a criação do primeiro produtor de jogos que não fosse o produtor do próprio console, a Activision.
A companhia foi formada por quatro empregados da Atari que estavam insatisfeitos com as condições de trabalho e com a companhia. Eles lançaram quatro títulos inicialmente: Dragster, Fishing Derby, Checkers e Boxing. Os jogos foram muito bem recebidos pelo público, e revelaram que o Atari 2600 era capaz de jogos melhores que os que a própria Atari produzia. A Atari tentou impedir que a Activision vendesse seus jogos, mas eles falharam, e a Activision faturou 70 milhões de dólares naquele ano.

Em 1981, a indústria dos video games foi basicamente uma corrida de cavalos entre o 2600 e o Intellivision. Enquanto o Intellivision era tecnologicamente superior em alguns aspectos, o 2600 liderava em vendas. A Atari lançou a versão caseira do Asteroids, que foi um enorme sucesso.

Inspirada pelo sucesso da Activision, outro grupo de desenvolvimento de software, chamado Imagic, foi formado. Eles não iriam lançar qualquer jogo até 1982 no entanto. Outra companhia, Games by Apollo, foi formada no Texas e lançou vários jogos naquele ano.

A Coleco entrou no mercado em 1982 com o lançamento do graficamente superior ColecoVision. Para combater este novo sistema, Atari produziu o 5200, um sistema comparado tecnologicamente. O 2600 caiu para um preço de US$ 100,00 para manter a competitividade.

 

 

Antes do videogame "explodir" em terras tupiniquins (nos anos de 1983 e 1984) já existia uma boa quantidade de videogames "importados" dos EUA e cerca de 95% destes aparelhos eram Ataris. Ele foi lançado lá em 1977 e desde pouco depois começou a aparecer por aqui. O auge dessas "importações" ocorreu entre 1981 e 1982, quando muitos - guardadas as devidas proporções - consoles apareceram por aqui e ocorreu a célebre importação e venda de um lote de Ataris comprados pelos dois grandes magazines da época, o Mappin e a Mesbla.

Os consoles foram importados, convertidos para o sistema brasileiro de cor, o PAL-M, e colocados a venda. Obviamente não duraram muito nas prateleiras. E ainda nessa época a indústria nacional começou a acordar para o mercado de videogames. Duas empresas, as quais foram as pioneiras, começaram a fabricar cartuchos nacionais para o Atari: a Canal 3 Indústria & Comércio e a Dynacom Eletrônica. Estava pavimentado o caminho para a entrada em definitivo do videogame no Brasil.

Se 1983 foi o ano do lançamento, 1984 foi o ano da consolidação do Atari por aqui. Após um Natal de sucesso, outros fabricantes começaram a "se mexer" e os que já estavam no mercado prepararam novos lançamentos.
Outros consoles compatíveis com o Atari debutaram em 1984.O mais famoso e sem dúvida o melhor destes foi o Supergame CCE VG-2800. Lançado também por uma empresa de porte, o Supergame CCE obteve um bom sucesso.

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O console tinha dimensões menores e um desing diferenciado e bastante simpático (na verdade o design do console é parecido com o console americano da Coleco, o Gemini, o que nos levaria a pensar que o design foi copiado. Pode até ser que sim, no entando o Supergame CCE tem o design muito melhor, esteticamente mais bonito e mais prático que o Gemini).

E apesar de muitas críticas que sempre pairavam sobre o fabricante, o Supergame CCE era de excelente qualidade. E mais, a CCE teve uma grande sacada: junto com o videogame ela lançou uma série de 9 cartuchos com títulos totalmente desconhecidos por aqui. O cartucho que acompanhava o console, Mr. Postman (O Carteiro), e um outro jogo chamado "Bobby Is Going Home (Bobby vai pra casa)" cairam no gosto do público e se tornaram um sucesso. Estes cartuchos tinham um rótulo colorido, diferente para cada jogo, e a caixa do cartucho na cor branca, mais um diferencial. Posteriormente a CCE lançou mais 22 jogos, desta vez os mais conhecidos (Enduro, River Raid, Pac Man etc), totalizando 31 jogos. Esta série foi lançada com um rótulo "padrão" para todos os jogos, mudando apenas o texto e o código do jogo e com a caixa tanto branca ou preta.

 

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A Caixa Mágica,nela se podia embarcar para outros mundos e viver emocionantes aventuras !

Evidentemente não eram somente consoles que existiam. O cartuchos - personagem tão principal quanto e talvez mais "popular" que o próprio console - teve um capítulo  na indústria brasileira de videogames, na época.


No principio de tudo, quando ainda não se fabricavam videogames nacionais, os cartuchos eram importados, provindos do exterior, como os consoles. Porém não demorou muito para que os engenheiros e técnicos em eletrônica descobrissem como copiar os dados dos cartuchos e surgissem as primeiras indústrias brasileiras de cartuchos compatíveis com o Atari. Assim, as duas primeiras empresas que se tem notícia de ter iniciado esse processo foram a Dynacom Eletrônica e a Canal 3 Indústria e Comércio. Ambas estavam de olho já no mercado e no princípio visavam abastecer o mercado dos consoles importados, na mão de poucos privilegiados, os quais anseavam por cartuchos com os jogos.
 

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Isso ocorreu por volta do final de 1982 e começo de 1983. Neste ano, com o início da fabricação dos consoles nacionais, somaram-se aos fabricantes de cartuchos os fabricantes dos consoles, dos quais a Polyvox, que prometera inundar o mercado naquele ano com nada menos de 600.000 cartuchos. Não duvidamos - dada a "febre" e a ansiedade existente na época - que esse número tenha sido atingido e até ultrapassado. Os cartuchos da Polyvox seguiam o esquema "original" da Atari: todos com caixas, manuais, coloridos, impressos em "off-set", cartuchos com a mesmo tipo de caixa dos norte-americanos e tudo o mais. Mais caros que os outros, mas ainda assim bem mais baratos que os importados. E, lembrando mais uma vez, havia uma "fome" para o consumo dos jogos e praticamente qualquer coisa que fosse colocada a venda seria consumida.
 

Mas foi em 1984 que a indústria dos cartuchos realmente "explodiu": além dos fabricantes já existentes - Dynacom e Canal 3 - e dos fabricantes dos consoles - Polyvox, CCE, Dismac, Milmar - surgiram mais de 20 empresas, geralmente pequenas, que fabricavam e comercializavam cartuchos compatíveis com o Atari 2600. Realmente foram muitas, das quais podemos destacar: Digitel, Digivision, Zirok, Shockvision, Digimax, Imagic, Genus, Supergame...


Algumas inovavam, lancando cartuchos com 2 ou mais jogos (selecionáveis por chaves, liga-desliga do console e até por toque dos dedos !!!). A maioria dessas empresas teve que abrir mão de certos aspectos estéticos dos cartuchos - como caixas grandes, manuais coloridos etc, e aspectos técnicos também: os contatos dos cartuchos recebiam um banho de níquel ao invés de dourado, na maioria dos casos - em detrimento de um preço mais baixo.

Isso não necessariamente significava um cartucho de baixa qualidade; boa parte deles tinham um bom acabamento e funcionavam perfeitamente (e continuam funcionando até hoje). E não é só isso: com o advento dos cartuchos nacionais pudemos contar com muitos e muitos jogos, haja visto que a Polyvox - o fabricante oficial do Atari no Brasil - somente lançaria jogos da Atari Corp. e é fato que existiam outros fabricantes de jogos no exterior, como a Activision, Imagic, Parker Bros., M-Network, CBS, Fox, Coleco etc. Assim as empresas fabricavam esses outros jogos (não da Atari, embora algumas também lançaram, mesmo assim, jogos da Atari) e tivemos a nossa disposição essa imensa variedade de jogos.
 

A Polyvox, claro, "sentiu" a concorrência, embora parecesse não se importar muito. Entretanto aconteceu um episódio particularmente interessante: num dos capítulos da novela "Transas e Caretas", exibida pela Rede Globo, a Polyvox fez um "merchandise" sobre os cartuchos de Atari, dizendo que somente os cartuchos originais dela eram recomendados para se usar no videogame e que os outros cartuchos, os quais apresentavam os contatos banhados a níquel, entre outras características, estragavam o videogame. A Dynacom não gostou muito da afirmação - afinal os seus cartuchos eram com contatos à níquel - e resolveu "comprar a briga", entrando com um processo para que a Polyvox provasse que os cartuchos dela estragavam o videogame. Não nos recordamos exatamente do desfecho da história, mas cremos que nada de mais grave aconteceu. Mas foi um acontecimento interessante, além do fato de o Atari aparecer em rede nacional. Isso tudo prova e dá uma idéia de como era o esse mercado na época.

Fato é, todavia, que foi graças a grande profusão de cartuchos a baixo preço e variedade que o Atari alcançou a extrema popularidade que teve por aqui. Sem medo de errar, podemos afirmar que se somente tivessem sido comercializados cartuchos "originais" (no caso os da Polyvox) o Atari não teria feito esse sucesso estrondoso.


 

Um aspecto bastante interessante nesses cartuchos era o fato que quase todos os fabricantes faziam alterações nos códigos binários dos jogos, de modo a alterar a inscrição na tela. Boa parte dos jogos vinha com a palavra ou o logotipo do fabricante (por exemplo, o famoso logo giratório da Activision) e as empresas nacionais modificavam os códigos de modo a mostrar o nome delas.

O principal argumento para isso era, além de obviamente "personalizar" o jogo, era evitar problemas legais. Claro que essa era uma prática discutível, porém procuramos ver por outro ângulo: foi necessário muito trabalho e perspicácia aos técnicos e engenheiros para descobrir como funcionava o mecanismo de geração gráfica do Atari de modo a conseguir modificar os jogos. Mais um ponto para os técnicos e engenheiros brasileiros.

Não só por isso, mas por outros feitos também, como conseguir descobrir como funcionavam os jogos com chaveamento dos bancos de memória (jogos de mais de 4 Kb); conseguiu-se uma maneira de reproduzi-los também. Embora, como já dissemos, esses aspectos sejam legalmente discutíveis é preciso elogiar e dar o devido mérito aos que conseguiram isso, foi um marco para a indústria e, ao que nos parece, pode trazer ao grande público os jogos a um preço acessível. O sucesso foi, claro, inevitável.


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Propaganda do Atari nos Jornais O Estado de Sp e Folha de Sp nos distantes anos 80.

Existiu, ainda, outro "fenômeno" bem conhecido e isso com absoluta certeza somente ocorreu no Brasil. As chamadas "séries" de cartuchos. Basicamente existiam a "Série Prata" e a "Série Ouro". Ou seja os cartuchos eram vendidos como pertencendo a uma destas séries, e obviamente, a Série Ouro tinha preços mais elevados que a Série Prata. Surgiram algumas "séries" diferenciadas, como a "Série Diamante" ou "Série Especial" mas isso foi com poucos fabricantes e um ou outro jogo (geralmente um jogo muito procurado, como ocorreu com o jogo Decathlon, na época das Olimpiadas de Los Angeles em 1984).

 Embora fosse um artifício para cobrar alguns jogos mais caros que os outros, existia uma razão técnica que justificava essa prática: os cartuchos da Série Prata eram os jogos de 2 Kb e de 4 Kb; os da Série Ouro, os de 8 Kb. Ocorre que jogos de 8 Kb(ou maiores), além do Circuito Integrado da memória do jogo custar mais caro, necessitam de um circuito eletrônico adicional, uma placa de circuito impresso maior para sua construção e, por isso, mais trabalho na montagem.

 Consequentemente não havia jeito: eles sairiam mais caros. A solução encontrada foi criar estas séries; talvez se não existisse isso, os fabricantes cobrariam o preço mais caro por todos os jogos. Eu Pessoalmente só comprava os Serie Ouro senão ia ficar com  um jogo ridiculo e sem saida na frente,estilo E.T,não concordam ?

Certo foi que, no ano de 1984 no Brasil, os fabricantes de cartuchos, todos sem exceção, terminariam o ano sorrindo. Assim como os fabricantes de consoles. 1984 foi, provavelmente, o melhor ano para o videogame nacional de uma forma geral.

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Nos E.UA uma companhia chamada Arcadia lançou um periférico chamado Supercharger que rodava jogos de fita cassete. Isto permitiu carregamento múltiplo, e expandiu as possibilidades do Atari 2600.
Atari lançou Pac-Man e E.T. naquele ano, dois jogos que criaram enorme expectativa mas foram fracassos de crítica. Embora Pac-Man tenha vendido muitas cópias, foi considerado uma tradução pobre do sucesso dos fliperamas. No entanto, haviam muitos jogos fantásticos sendo produzidos para o Atari 2600 neste período, e ele ainda estava vendendo bastante.

Desde a entrada da Activision, Atari vinha lutando para manter terceiros afastados da produção de cartuchos, pois eles sentiam que estes estavam roubando os lucros da empresa. Finalmente a questão foi resolvida quando a Atari concordou em permitir terceiros de produzirem em troca de royalty. De repente, companhias de software começaram a pipocar em todos os lugares, e 1982 viu lançamentos de várias empresas, como Venturevision, Spectravision, Telesys, CBS, 20th Century Fox, US Games, M Network, Tigervision, Data Age, Imagic e Coleco. Havia até mesmo uma empresa que lançou uma linha de jogos eróticos, chamada de Mystique. O ano foi um sucesso financeiro para a Atari, embora houvesse um entupimento de software. Embora houvessem muitos títulos de qualidade ainda em produção, havia um número inacreditável de jogos feitos na correria e fabricantes que estavam tentando capitalizar na loucura.
 

Mais companhias pularam no trem da alegria em 1983. Zimag, Ultavision, Amiga, e outras estavam produzindo também jogos e periféricos. Parecia que havia simplesmente muitos produtos para atender a demanda, e na realidade havia mesmo. No final do ano, companhias começaram a fechar. US Games, Data Age, Games by Apollo, Telesys e outras fecharam suas portas por causa das vendas fracas. Um quebra dos video games estava ocorrendo e todas as companhias estavam levando no queixo.
Mais uma vez a  Atari surpreendeu a todos anunciando o lançamento do Atari 7800, e também prometendo mais jogos para o 2600 com gráficos e sons melhores.

Infelizmente, nenhuma destas hipóteses aconteceram em 1984 pois a Atari vendeu sua divisão de vídeo games para Jack Tramiel que acreditava que computadores caseiros iriam substituir os video games. Nenhuma menção posterior foi feita sobre o 2600 ou o 7800 naquele ano e parecia que eles estavam mortos.

1985 foi outro ano bom para o Atari e os vídeogames em geral, mas somente alguns jogos foram lançados para o 2600. A Activision lançou o Cosmic Commuter e Ghostbusters, mas com pouca fanfarra e marketing, estes jogos não venderam bem.

No entanto, por causa da enorme biblioteca de jogos e do preço barato, a Atari ainda vendeu um milhão de consoles 2600 em 1985.
 


Haviam pouquíssimos planos para os consoles em 1986, já que o mercado parecia morto. Então, para a surpresa de todos, a Nintendo trouxe o NES para os Estados Unidos e foi um sucesso esmagador, provando que ainda havia espaço para os vídeo games nos Estados Unidos. A Atari decidiu que talvez fosse uma boa idéia lançar as unidades do 7800 que ela possuía em estoque, e produzir mais jogos para o 2600.

O 7800 foi lançado com apenas 3 jogos inicialmente, embora ele fosse compatível com a biblioteca de jogos do 2600. Eles também redesenharam o 2600 como 2600 Jr., um aparelho com as mesmas habilidades, mas um novo look e nova campanha de marketing. Era vendido por menos de 50 dólares.

Os vídeo games estavam vendendo fenomenalmente em 1987 de novo. A Atari lançou uma série de novos títulos, incluindo Jr. Pac-Man, e também licenciou uma série de jogos de outras companhias, como o Donkey Kong e o Q*Bert. Estes novos títulos eram vendidos 10 a 15 dólares. O interessante foi que uma série de novos títulos começaram a aparecer de companhias como Epyx, Froggo e Exus. Parecia que o 2600 ainda iria longe !
Em 1988 a Atari recontratou Nolan Bushnell e anunciou um número de novos títulos, incluindo Secret Quest, um jogo escrito pelo próprio Sr. Bushnell. A Atari continuou a fabricar estes jogos até 1989. No entanto, era aparente que o 2600, após sua introdução mais de uma década atrás, estava finalmente no final de sua corrida. Embora ainda fosse produzido e comercializado fora dos Estados Unidos, o Atari havia chegado ao fim na America.

Hoje o 2600 ainda possui um grande número de adeptos que se lembram dos incontáveis jogos jogados através dos anos. Existem ainda jogos sendo produzidos por hobbistas, alguns deles de forma bastante profissional, sendo lançados em cartuchos novos com etiquetas e manuais. E a nova onda de retrogaming, trouxe muitos fans de vídeo games a redescobrir o 2600, e ele continua a viver  anos e anos após seu lançamento!
 

 
 

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